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quarta-feira, 28 de abril de 2021

No Equador, presidente eleito quer vaga na Aliança do Pacífico

O recém-eleito presidente do Equador, Guillermo Lasso, quer aderir à Aliança do Pacífico – bloco comercial entre economias da América Latina e da Ásia, em especial a China. O banqueiro recorreu ao presidente da Colômbia, Iván Duque, para falar sobre o ingresso na última terça (20), na capital colombiana Bogotá.

Segundo o jornal equatoriano “El Universo”, o encontro com Duque – antes mesmo da posse do novo mandatário, agendada para 24 de maio – oferece indícios de como será a relação de Lasso com os países vizinhos. O objetivo é aproveitar o apoio da Colômbia, membro de primeira hora, para receber o aval das outras nações.

“Faremos tudo que for necessário para conseguir abertura econômica para o mundo”, disse o empresário, eleito com 52% dos votos após quase ficar de fora do segundo turno no dia 11. Duque prometeu incluir o Equador como membro pleno do bloco.

No Equador, Lasso inicia movimento para integrar aliança que aproxima latinos da Ásia
O recém-eleito presidente do Equador, Guillermo Lasso, e o presidente da Colômbia, Iván Duque, em encontro em Bogotá, em abril de 2021 (Foto: Reprodução/Twitter/Guillermo Lasso)

Estímulo econômico

A medida de Lasso já era esperada após a eleição. O novo presidente prometeu equilibrar o orçamento e criar dois milhões de empregos. Assessores afirmaram ao diário que o banqueiro busca investimentos em infraestrutura, como para a estrada de Mataje, que liga o Equador à Colômbia.

Outro projeto em vista é a ligação Pasto-Rumichaca, uma cooperação em combate ao crime organizado transnacional. A operação inclui operações de contraterrorismo, contra o narcotráfico e contra a pesca ilegal entre os dois países.

Lenín Moreno, que encerra seu mandato com a posse de Lasso, já havia tentado ingressar na Aliança do Pacífico, liderada pelo Peru. O processo não foi adiante.

Com uma agenda liberal, Moreno, por outro lado, tirou o Equador da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). O presidente ainda rompeu os vínculos com a Alba (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América) e Unasul (União de Nações Sul-Americanas) – ambos construídos no governo de Rafael Correa.


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